sábado, 23 de junho de 2012
Você possui os recursos financeiros coerentes com tuas necessidades... nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Seu ambiente de trabalho é o que você elegeu espontaneamente para a sua realização.
Teus parentes e amigos são as almas que você mesmo atraiu, com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Você escolhe, recolhe, elege, atrai, busca, expulsa, modifica tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes. São as fontes de atração e repulsão na jornada da tua vivência.
Não reclame, nem se faça de vítima. Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograma tua meta, busca o bem e você viverá melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."
(Chico Xavier)
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Duração:90 min.
Postado como: SUSPENSE, TERROR
Autor Espiritual: Projeto Manoel Philomeno de Miranda
Médium: João Neves
Editora:LEAL
Gênero: Orientação e consolo
terça-feira, 22 de maio de 2012
Um Roqueiro no Além

Sinopse – “Um Roqueiro no Além” - Nelson Morais
Este livro retrata a história e depoimentos de Raul Seixas os quais relata a experiência do seu desencarne e as situações com as quais se depara no mundo espiritual.
Roqueiro famoso, surpreendido pela morte prematura causada pelo uso abusivo de álcool e de drogas, se vê diante de uma realidade que jamais imaginara.
Propagador da liberdade incondicional, por estranha ironia, submetido à lei de causa e efeito, se viu preso a sepultura durante longo período.
Mais tarde, livre dessa situação, percorreu os vales de sofrimentos até alcançar o equilíbrio. Amparado pelos benfeitores, conheceu no mundo espiritual, diversas situações em que se encontram espíritos ainda apegados aos prazeres da Terra.
Seus depoimentos, com certeza, servirão de alerta para muitos pais, cujos filhos são órfãos de carinho e compreensão. E servirão também, aos jovens e adultos de todas as idades que ainda acham que a vida é uma eterna brincadeira.
(sugestão de Victor)
Autor Espiritual: Zílio
Médium: Nelson Moraes
Gênero: Romance Vida Espiritual
Editora: Aulus
Uma chance para Beethoven
O direito a vida é universal e se estende ao ser em formação, ainda não nascido.
Sob nenhuma circunstância o aborto deve ser praticado. Segundo os espíritos superiores, somente quando a mãe corre perigo, a interrupção da vida orgânica ainda não completada é aceitável, fato esse que, com o avanço da medicina, está cada vez mais raro (O Livro ods Espíritos, questão 359).
Hoje, através de exames específicos se detecta cada vez mais cedo anomalias nos bebês, ainda no útero materno. Isso é altamente benéfico, pois doenças poderão ser tratadas, sirurgias poderão ser feitas com a criança ainda dentro do ventre da mãe. Por outro lado, poderá haver o estímulo aos pais à abortarem crianças que possuam deficiências detectáveis e inaceitáveis para eles.
A Doutrina Espírita esclarece que passamos por dificuldades necessárias para o desenvolvimento do espírito. Quando uma criança nasce com deficiência ou com doenças congênitas é porque não só ela, mas também os seus familiares estão envolvidos num processo de prova ou expiação (resgate de débitos passados). O avanço científico no diagnóstico precoce e no tratamento das doenças certamente acontece por permissão e por misericórdia divina, o que não nos faz juízes do destino de seres que possam nascer “fora da normalidade” que conhecemos.

A história de Helen Keller é comovente: nasceu cega, surda e muda. Fora tratada como deficiente mental, até que o amor de uma professora, Anne Sullivan, mudou o seu destino. Com paciência e dedicação ensinou aquele ser, que viveria fatalmente na mendicância, a falar, ler, escrever, ajudando Helen a tornar-se uma das mais renomadas pedagogas dos Estados Unidos, sendo pioneira na educação de cegos. Será que em situações como essa a nossa sociedade não seria favorável ao aborto?
Zalmiro Zimmerman, ex juiz de direito, professor da PUC-SP, abordando o tema “A Antijuridicidade do Aborto”, conta-nos uma história (do jornal Folha Espírita): “Certo professor, querendo provar aos alunos o quanto pode ser falho o raciocínio humano, propôs a classe a seguinte situação: Uma mãe, grávida do 5° filho, com dificuldades financeiras, o marido alcoólatra e tuberculoso, o 1° filho cego de nascença, seu 2° filho morreu, o 3° nasceu surdo e o 4° é portador de tuberculose. Ela estava seriamente pensando em abortar. Qual a opinião dos senhores? Praticamente todos se manifestaram favoravelmente ao aborto. O professor concluiu, então, de forma surpreendente: Muito bem, os senhores acabam de condenar a morte Ludwig Van Beethoven!!!”
Reflitamos sobre o tema e não condenemos ninguém a morte, seja direta ou indiretamente, apoiando essa ideia.
(Retirado do periódico Seara Espírita – maio/2003– Contribuição de Nelci)
sábado, 19 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Entrevista de Xuxa Meneghel com méduim psicopictógrafo
domingo, 6 de maio de 2012
Sugestões de Filmes


quarta-feira, 2 de maio de 2012
Transplantes de órgãos

Transplantes de órgãos
Entenda o que é o transplante de órgãos e conheça suas vantagens e desvantagens. O primeiro relato de um transplante de órgão data do século II A.C. na Índia. Desde essa época já se transplantava pele de uma região do corpo para outra como tratamento de queimaduras e feridas graves.

Porém, o transplante de órgãos entre indivíduos diferentes só foi possível a partir do século XX. Depois de séculos de fracassos, o primeiro transplante de sucesso ocorreu em 1954 nos E.U.A. Foi um transplante renal realizado entre 2 irmãos gêmeos idênticos. Nesta época já se sabia que o sistema imune impedia a troca de órgãos entre seres, e a inexistência de protocolos de drogas imunossupressoras limitava os transplantes àqueles que possuíam irmãos gêmeos. Como se sabe, gêmeos idênticos são geneticamente iguais, assim como um clone. Na mesma década de 1950, duas novas drogas imunossupressoras foram descobertas. Os corticóides (cortisona) e a azatioprina passaram a ser usadas, abrindo espaço para a evolução do transplante entre indivíduos diferentes.
Como ocorre a rejeição?

O corpo humano (e o de milhares de outras espécies) aprendeu que tudo que vem de fora é potencialmente fatal e deve ser combatido. E isso foi verdade até o momento em que o homem resolveu transplantar órgãos. Nosso sistema imune é programado, desde a época embrionária, para diferenciar os genes de nossas células dos genes de organismos invasores. O nosso corpo não sabe distinguir o que é perigoso do que é benéfico, por isso, se comporta da mesma maneira com um órgão transplantado ou com uma bactéria. Ele apenas ataca tudo que não for "original de fábrica".
Existe um grupo de genes nos humanos, chamado de HLA, que são os responsáveis por essa diferenciação entre o que é nosso e o que é estranho. A chamada rejeição do transplante nada mais é do que nosso sistema de defesa destruindo um órgão transplantado. Para o nosso sistema imune, aquele rim ou coração transplantados, são um conjunto de células invasoras que podem estar colocando nossa vida em risco. A ordem é simples: destruir tudo que for diferente ao que existia quando nascemos.
Como gêmeos idênticos são geneticamente iguais, o organismo reconhece o órgão transplantado como próprio e não como um invasor. Todos os doentes transplantados, portanto, precisam ser medicados com drogas que inibam nosso sistema imune. As drogas basicamente deixam as células de defesa confusas.
Isso é muito bom para o órgão transplantado, mas é péssimo caso aconteça uma invasão por bactérias ou vírus. O desafio da medicina é impedir a rejeição do órgão sem atrapalhar o sistema de defesa contra germes invasores. Por isso, o transplante é um procedimento extremamente complexo.
Até o final da década de 80, a maioria dos pacientes perdia o órgão transplantado com 1 ano. Hoje em dia, um transplante é considerado um sucesso se durar pelo menos 10 anos. Existem casos de pessoas com até 30 anos de transplante.
Todo doente transplantado precisa tomar medicamentos imunossupressores para o resto da vida.
Quanto mais parecido geneticamente forem o doador e o receptor, menos drogas serão necessárias e mais tempo o órgão transplantado costuma durar.
Receber um órgão de um irmão, mesmo que não gêmeo, é melhor do receber um órgão de um pai, que é muito melhor que receber um órgão de um primo, que por sua vez é melhor que receber um órgão de uma pessoa sem nenhuma relação familiar. Quanto mais distante geneticamente forem o doador do receptor, mais intensa é a resposta imune.
Antes de todo transplante é realizado então o mapeamento genético do doador e do receptor. Quanto mais genes da classe HLA em comum existir, maior é a chance de sucesso de um transplante. Além do HLA, o tipo sanguíneo também é importante para o transplante. As mesmas regras da transfusão sanguínea valem para o transplante de órgãos.
Como se escolhe o doador?
Obviamente alguns transplantes como coração e pâncreas só podem ser realizados por doador morto. Não se pode tirar o coração ou pâncreas de ninguém. Porém, no caso do transplante renal, uma pessoa viva pode ser doadora. Conseguimos viver perfeitamente apenas com um rim. Isso favorece a doação entre familiares e faz com que o transplante renal seja o que tenha maior taxa de sucesso.
Muitas vezes um paciente a espera do transplante tem vários doadores na família. O que fazemos é mapear geneticamente todos eles, e ao final, aquele potencial doador que for geneticamente mais parecido como receptor será o doador preferencial.
Se por algum motivo aquele doador preferencial tiver algum problema e não possa doar, passamos para o segundo mais compatível, e assim por diante. O transplante realizado entre vivos não tem fila. Ele é feito assim que se conseguir um doador voluntário e todos os exames pré-operatórios estejam prontos. Esse processo demora em média 6 meses se não houver nenhum problema.

Quando o paciente não tem doadores voluntários ou quando o transplante é de algum órgão que não permita a doação em vida, o processo é diferente. Enquanto que no transplante entre vivos escolhe-se o doador, no transplante cadavérico, quem é escolhido é o receptor. Explico. Todos os pacientes que encontram-se na fila de transplante passam pelo mapeamento do HLA. Seus dados ficam em uma rede informatizada controlada pela instituição responsável pelo transplante de órgãos. Quando há confirmação de morte cerebral de um potencial doador, a equipe de transplante é acionada para fazer o mapeamento genético deste doador cadáver. Este HLA é então jogado no banco de dados informatizado que automaticamente seleciona entre todos na fila, aquele que é geneticamente mais parecido com o doador falecido. Neste momento o doente escolhido recebe uma ligação do centro de transplante informando que ele será transplantado nas próximas horas.
Existe ainda um exame chamado de teste de compatibilidade ou "cross-match". Mistura-se o sangue do doador com o do receptor para ver se alguma reação que indique a presença de anticorpos pré-formados contra as células do doador. A presença destes anticorpos contra-indica o transplante com esse doador sob o risco de uma rejeição fulminante, não importando o quão semelhante é o HLA.
É seguro ser doador de órgãos?

Existem alguns mitos e preconceitos em relação à doação de órgãos.
Algumas famílias usam motivos religiosos para não autorizar a doação.
Mesmo que não se tenha nenhuma posição religiosa, é difícil imaginar que Deus prefira ver um órgão apodrecer e servir de alimentos para vermes, do que fazer com que o último ato de um ser humano seja salvar uma ou mais vidas, tirar pessoas das máquinas de hemodiálise ou devolver a visão a quem não enxerga. Difícil defender que um ato de tamanha bondade seja errado. Algumas pessoas temem que a retirada de vários órgãos deforme o corpo doente falecido. A remoção dos órgãos deixa a mesma cicatriz que uma cirurgia deixaria. Não há nenhuma diferença para o velório, que pode ser inclusive com urna aberta.
Existe também um medo de que os médicos não se esforcem para salvar um doente sabendo que este é um potencial doador. Isso é um absurdo! Os médicos que trabalham nas emergências não têm qualquer relação próxima com as equipes de transplantes e não recebem nenhum tipo de incentivo ou vantagem se houver uma doação de órgãos. Além disso, durante o procedimento de ressuscitação, quase nunca se tem conhecimento de detalhes do histórico clínico do doente para se saber se este poderia ser doador ou não. Só depois de constatado a morte cerebral é que o paciente passa pela bateria de testes para avaliar a possibilidade der ser doador. E a maioria das pessoas mortas não serve para doadores.
Existe um outro mito, que fala sobre o tráfico de órgãos. O transplante de órgãos é um dos procedimentos mais complexos da medicina. A quantidade de profissionais e materiais necessários é muito grande. Não é um aborto que pode ser feito em qualquer "trambiclínica". Além disso, um órgão retirado desta maneira não passaria pela tipagem do HLA e pelo cross-match já que não é qualquer laboratório que tem capacidade para realizar esse exame. Um processo destes envolveria uma quantidade enorme de pessoas, o que provavelmente nem seria lucrativo para os marginais.
Quais são os órgãos e tecidos mais usados para transplante ?
- Coração
- Pulmões
- Rins
- Pâncreas
- Fígado
- Intestino
- Estômago
- Pele
- Córnea
- Medula óssea
- Ossos
Fontes: http://www.mdsaude.com/2009/08/transplante-de-orgaos.html#ixzz1t1MNfA1B
domingo, 29 de abril de 2012
RITO DE PASSAGEM DA JUVENTUDE DOS ÍNDIOS CHEROKEE
RITO DE PASSAGEM DA JUVENTUDE DOS ÍNDIOS CHEROKEE


Você conheci a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokee?
O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de uma montanha a noite toda e não pode remover a venda, até que os raios de sol brilhem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite inteira lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado.Ele pode ouvir toda espécie de barulho.
Os animais selvagens podem, naturalmente, está ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam feri-lo.
Os insetos e cobras podem vir picá-lo.
Ele pode está com fome, frio e sede.
Os ventos sopram as gramas e sacode os tocos...
Mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.
Segundo os Sherokees esse é o único modo de ele se tornar um homem.
Finalmente...
Após a noite horrível o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre o seu pai sentado na montanha perto dele
Ele estava a noite inteira protegendo o seu filho do perigo
Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando para nós, sentado ao nosso lado.
Quando os problemas vêm, tudo o que temos a fazer é confiar que Ele está nos protegendo.
Moral da história...
Apenas porque não vemos Deus, não significa que Ele não esteja conosco.
Nós precisamos caminha pela nossa fé, não apenas com a nossa visão material.
Coma e Morte encefálica

Turma, no nosso último encontro surgiu o questionamento sobre morte encefálica e coma, por esse motivo recolhemos algumas informações sobre o assunto e que acreditamos pertinentes para esclarecimento de algumas dúvidas. Esperamos com isso contribuir de alguma forma. O espaço está aberto para interagirmos com perguntas e comentários.
Qual é a diferença entre morte encefálica e coma?
Ao contrário do que muita gente pensa, morte encefálica e coma não são a mesma coisa. No estado de coma, o encéfalo ainda está vivo e executando suas funções rotineiras, ainda que com dificuldade. Com a morte encefálica, essas funções não podem mais ser executadas.
Mas para que ocorra o bom aproveitamento dos órgãos, depois da morte encefálica confirmada, é necessário que haja cuidados especiais que permitam a preservação do corpo. Por algum tempo, as condições de circulação sanguínea e de respiração poderão ser mantidas por meios artificiais. Será avaliada a história clínica e antecedentes médicos do paciente. São realizados exames laboratoriais, estudada a viabilidade dos órgãos, a sorologia para evitar doenças infecciosas e testes de compatibilidade com prováveis receptores.
Pacientes que sofrem morte cerebral não estão em coma. Pacientes em coma podem ou não evoluir para morte cerebral.
O cérebro é um órgão complexo que controla os processos de pensamento, os movimentos voluntários e involuntários do indivíduo e outras funções corporais vitais, incluindo a sensibilidade auditiva, olfativa, visual e tátil, a regulação da temperatura corporal, pressão sangüínea, respiração e freqüência cardíaca (o coração pode continuar a bater sem o cérebro através de uma "resposta autonômica"). O cérebro também produz hormônios para controlar a função de cada órgão. Pacientes em coma podem estar em coma profundo ou podem sobreviver em "estado vegetativo". A diferença entre estes dois estados é que um paciente em coma profundo requer hospitalização, enquanto um paciente em estado vegetativo pode receber alta e ser atendido pela família em casa. O indivíduo em estado vegetativo possui funções cerebrais inferiores e algumas funções do tronco cerebral superior a mais do que um paciente em coma profundo.
Nos dois casos, o paciente é considerado vivo do ponto de vista legal. Pacientes em coma terão alguns sinais neurológicos. A quantidade de atividade cerebral é variável e os pacientes são submetidos a exames clínicos extensos. O médico observa o paciente em busca de qualquer sinal de atividade elétrica cerebral em resposta a um estímulo externo. Nos pacientes em coma o cérebro reage aos estímulos externos em maior ou menor grau dependendo da gravidade do coma. Isso não acontece nos pacientes com morte cerebral.
O diagnóstico de morte cerebral é confiável?
Há também o receio de que um diagnóstico errado de morte cerebral possa desligar os aparelhos de uma pessoa ainda com chances de recuperação. A morte encefálica é um processo irreversível. Os protocolos para sua confirmação são rigorosíssimos. São inclusive realizadas pesquisas de drogas que poderiam simular uma falta de função cerebral.
Um dos exames realizados é a angiografia cerebral, onde se detecta a falta de vascularização no cérebro. Reparem na foto acima. A imagem da direita mostra um cérebro normal com vários vasos irrigando-o. Comparem com a imagem esquerda, onde não se nota nenhum tipo de irrigação sanguínea. Este segundo é um cérebro morto.
A morte cerebral é um diagnóstico irreversível.
O que é o coma?
Dá-se o nome de coma ao estado de redução da consciência com perda parcial ou completa da responsividade aos estímulos externos. Falando de modo mais simples, o coma é uma redução do nível de consciência, estando o paciente incapaz de interagir adequadamente com o meio externo.
Há vários graus de coma. Uma pessoa em coma pode estar inconsciente, mas ainda ser capaz de apresentar alguma resposta a estímulos dolorosos ou a chamados vigorosos.
Para avaliar a profundidade do coma, usamos uma escala chamada "escala de coma de Glasgow", onde são levados em conta a resposta verbal, motora e abertura dos olhos aos chamados e a dor. São feitos testes simples com o paciente para observar como o mesmo reage a certos estímulos, como dor ou sons. Esta escala avalia o grau de consciência do indivíduo. A classificação varia de 3 a 15 pontos. A pontuação mínima (3 pontos) é dada quando o doente não responde a nenhum estimulo (coma profundo), e a máxima (15 pontos), em pessoas normais que não estão com seu estado de consciência afetado.
O que é o coma induzido?
O chamado coma induzido é nada mais do que uma sedação farmacológica controlada, isto é, um estado de inconsciência provocado pela equipe médica através de drogas sedativas.
As pessoas tendem a imaginar que o coma induzido é uma forma de desligar o cérebro para que este descanse e possa se recuperar de uma agressão. Na verdade o cérebro nunca para. Ele é quem controla funções vitais, como a frequência cardíaca, respiratória, temperatura corporal... A consciência é apenas uma das funções do sistema nervoso central. Se realmente se desligasse o cérebro, o paciente morreria. O que se faz é dar medicamentos que causam sedação.
Portanto, o coma induzido é uma manobra que os médicos utilizam para poderem implementar o tratamento necessário para manter um paciente grave vivo.
Fontes: http://www.mdsaude.com/2009/08/transplante-de-orgaos.html#ixzz1t1MFihzZ


